[1]
“A trans (gressão), o grotesco e o kitsch no teatro de Escravagina”, REVELL, vol. 2, nº 22/1, p. 128–148, nov. 2019, Acesso em: 8º de abril de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicosonline.uems.br/REV/article/view/3785