Janela de vidro

David Araújo de Carvalho

Resumo


Diante da onda pós-moderna em que tudo é líquido, o tradicional, o conservador, os valores se tornaram "profanos". A quimera da contemporâneidade; o sujeito, este ser abjeto, entregue a sentimentos espúrios e degradantes. Não se trata de "andar para trás", a sociedade está em um abismo. No mais singular, ela seria o animal preso pela ponta da corda nietzschiana, dominada pelo Id freudiano. Os modernistas, estes coitados, se retorcem ao ver que o homem que pisa este solo é bem menor que os vermes de Brás Cubas. Nessa pequena passagem em Janela de Virdro, observa-se o rascunho que o sujeito multicultural deixou como herança. Seria esse o resultado do fim do Eurocentrismo? O resultado da queda dos Bragança, de Getúlio e de Costa e Silva?

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ISSN: 2237-8332