Sobre a Revista

Foco e Escopo

A essência da GEOFRONTER é o termo Fronteira. A definição mais usual deste conceito se refere a uma linha que delimita dois territórios.

No entanto, fronteira é muito mais que isso. Ao mesmo tempo é uma linha que separa e une, que simultaneamente segrega e integra, no espaço e no tempo. Nem sempre as fronteiras delimitam elementos distintos, em uma região transfronteiriças sempre há componentes semelhantes ou mesmo iguais.

Claude Raffestin (1980) ao tratar dos limites e das fronteiras em sua obra “Por uma Geografia do Poder”, destaca que diariamente somos confrontados com a noção de limite, trançando-os ou chocando com eles, pois toda relação depende de delimitações de um campo no interior do qual ela se origina, se realiza e ainda se esgota. Logo, o limite e a fronteira seriam a expressão de uma interface biológica e social que não escapa de uma historicidade e que pode consequentemente ser modificada ou mesmo ultrapassado.

Ademais, de maneira concreta ou abstrata, a fronteira possui ainda inúmeros outros sentidos e significados, sendo possível identificar: fronteiras naturais, fronteiras regionais, fronteiras agrícolas, fronteiras históricas, fronteiras linguísticas, fronteiras sociais, a fronteira matemática, fronteiras virtuais, fronteiras do pensamento, fronteiras reais, fronteiras imaginárias, fronteiras visíveis, fronteiras invisíveis, há até mesmo organizações que são denominadas de “sem-fronteiras”, dentre inúmeras outras possibilidades.

É nesta complexidade que perpassa a temática da GEOFRONTER aliada a expansão das fronteiras do conhecimento como um todo.

Processo de Avaliação pelos Pares

A avaliação utiliza o Sistema de Pares Cegos, selecionando ao menos dois pareceristas na área de abrangência da submissão com o objetivo de avaliá-la.

Para a decisão avaliativa dos pareceristas há quatro opções, a saber:

  1. Aceito;
  2. Aceito com pequenas revisões obrigatórias;
  3. Solicita-se revisões substanciais para uma nova rodada de avaliação, ou;
  4. Rejeitado.

As produções não podem ultrapassar o número de três autores, exceto em situações específicas devidamente argumentadas e aprovadas pelo Conselho Editorial.

O periódico segue as normas definidas pela Academia Brasileira de Ciências acerca de falsificação e/ou manipulação de dados, bem como, plágio e autoplágio. Utiliza-se a ferramenta Freeware CopySpider para detecção de plágio, sendo permitido um percentual de plágio de no máximo 3% (chance de plágio).

Cabe à Conselho Editorial a decisão final de publicar qualquer produção submetida.

Maiores detalhes sobre o processo de avaliação, prazos estimados e submissão em Diretrizes Gerais para Autores.

Periodicidade

A GEOFRONTER atualmente adota a modalidade de publicação em fluxo contínuo, por meio de um único volume anual.

A meta do periódico é publicar ao menos 30 (trinta) artigos por volume/ano.

A periodicidade e a expansão do número de volumes anuais sofreram mudanças gradativas. Em 2015, no ano de criação do periódico foi publicado um volume, em 2016 foram dois volumes (semestrais), em 2017 foram três volumes (quadrimestrais) e dentre 2018 e 2019 foram quatro volumes anuais (trimestrais).

Política de Acesso Livre

A GEOFRONTER disponibiliza acesso livre e gratuito ao seu conteúdo, com objetivo de contribuir com a democratização do acesso mundial ao conhecimento técnico-científico.