The Handmaid’s Tale: relações entre ficção e história

Daniel Puglia, Aline Gevezier Bonezi

Resumo


RESUMO

A premiada série de televisão The Handmaid´s Tale surgiu 32 anos após a publicação do renomado romance de mesmo nome da autora Margaret Atwood, em um contexto histórico de tensões com discursos extremistas e de ódio, cada vez menos velados e mais frequentes. Baseado no romance, o enredo da série é sobre Gilead, uma autocracia religiosa em que as mulheres férteis são transformadas em handmaids, sujeitas à escravidão sexual e que têm como função dar à luz os descendentes dos homens da alta classe social. Esse artigo tem como objetivo analisar a série por meio de algumas cenas e passagens em que elementos formais remetem a contradições presentes nos sistemas de poder. As cenas escolhidas, além do repertório crítico, demonstram como a adaptação de The Handmaid´s Tale, assim como a obra literária, faz um poderoso e preciso diagnóstico dos problemas do século XXI e dos retrocessos de nossa realidade.

Palavras-chave


O Conto da Aia; distopias; literatura; história

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