Romance e memória de arquivo: a figuração plural da singularidade do Brasil no Romance D’a Pedra Do Reino

Autores

  • Renailda Ferreira Cazumbá Universidade do Estado da Bahia - UNEB
  • Edvania Gomes da Silva Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB

Palavras-chave:

Ariano Suassuna, Romance d’A Pedra do Reino, memória, arquivo.

Resumo

Este artigo analisa as afinidades entre romance e memória no âmbito da produção ficcional brasileira da década de 1960, adotando o Romance d’A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna, como objeto. Para tanto, caracterizamos o romance suassuniano como uma ficção do arquivo, uma nova singularidade narrativa que, segundo Roberto Gonzalez Echevarría, emergiu na América Latina a partir de 1960. O arquivo representa uma dimensão de memória específica que está ligada à revisão crítica da obra dirigida ao histórico de representações do romance. No caso do romance brasileiro, verificamos que há, nesse tipo de narrativa, uma forma bastante específica de proceder em relação à interpretação do Brasil.

Biografia do Autor

Renailda Ferreira Cazumbá, Universidade do Estado da Bahia - UNEB

Doutoranda em Memória: Linguagem e Sociedade, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB);

Bolsista da Universidade do Estado da Bahia, PAC/ UNEB; Professora da Universidade do Estado da Bahia.

Edvania Gomes da Silva, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB

Doutora em Linguística, pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp;

Professora Adjunta na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB. 

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Publicado

29/04/2016

Como Citar

Cazumbá, R. F., & da Silva, E. G. (2016). Romance e memória de arquivo: a figuração plural da singularidade do Brasil no Romance D’a Pedra Do Reino. REVELL - REVISTA DE ESTUDOS LITERÁRIOS DA UEMS, 2(11), 104–122. Recuperado de https://periodicosonline.uems.br/index.php/REV/article/view/881