COOPERACIÓN CHINA-ANGOLA Y LA CONSTRUCCIÓN DE UNA RED DE TRANSPORTE Y LOGÍSTICA DE LA COMUNIDAD DE DESARROLLO DE ÁFRICA AUSTRAL: EL CASO DE LOS CORREDORES FERROVIARIOS DE LOBITO, MOÇÂMEDES Y LUANDA.
o caso dos corredores ferroviários do Lobito, Moçâmedes e Luanda
DOI:
https://doi.org/10.61389/geofronter.v12.10271Palabras clave:
China – Angola, Cooperación, África Austral, Corredores FerroviariosResumen
Tras la independencia de Portugal, Angola se sumió en una guerra civil que duró 27 años (1975-2002). Con la llegada de la paz, a comienzos de la década de 2000, este país inició un proceso de reconstrucción nacional que tenía entre sus principales objetivos la reconciliación nacional y la reconstrucción de infraestructuras de transporte, energía, agua, comunicación y ciudades, así como la diversificación de la economía. En este contexto, este artículo pretende describir y reflexionar sobre cómo, en el marco de la cooperación China-Angola, la recuperación de los corredores ferroviarios de Angola se inserta en el plan de rehabilitación y construcción de una red de transporte y logística de la Comunidad de Desarrollo de África Austral (SADC). . Para ello, la elaboración de este texto se basó en el análisis bibliográfico y documental, habiéndose seleccionado artículos científicos que abordan diferentes perspectivas de la cooperación China-África y, de manera específica, la relación sino-angoleña. Se analizaron documentos, incluidos informes y planes, tanto producidos por el Estado angoleño como por instituciones multilaterales. Considerando el carácter controvertido de la reciente presencia de China en Angola, el texto también aborda las visiones que expresan las ventajas y desventajas de la relación sino-angoleña. En ese sentido, nuestro principal argumento es que, a pesar del largo tiempo de cooperación con países occidentales, la cooperación con China ha venido moldeando el desarrollo de Angola en los últimos veinte años.
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