IMPLICAÇÕES SOCIOAFETIVAS DA GENTRIFICAÇÃO PARA A POPULAÇÃO IDOSA

DILEMAS NA MANUTENÇÃO E REFORMA DOS ESPAÇOS SOCIAIS

Autores

Palavras-chave:

Envelhecimento, Sa´úde Pública, Psicologia Ambiental, Gentrificação

Resumo

A gentrificação é compreendida na requalificação de áreas urbanas nos quais impactam o cotidiano da população local. Mediante a isso, objetivou de refletir sobre os impactos da gentrificação sobre a população idosa nos centros urbanos, com ênfase nas consequências socioemocionais e no agravamento do isolamento social. Notou-se que esse fenômeno afeta diretamente a permanência e a qualidade de vida das pessoas idosas devido a modificação do espaço urbano e social, rompendo vínculos afetivos e podendo comprometer a autonomia funcional dos moradores idosos. Ainda, ressalta-se que a exclusão simbólica ocasionada pela gentrificação pode intensificar os sentimentos de não pertencimento e as perdas de redes de apoio comunitário, ocasionando vulnerabilidades a pessoa idosa. Concluiu-se que a gentrificação deve ser avaliada sob a ótica multidimensional e políticas urbanas com enfoque na proteção da permanência, no fortalecimento das redes sociais e na valorização das histórias construídas nos territórios são essenciais.

Biografia do Autor

Patricia Costa Lima Tierno, Universidade São Judas Tadeu

Psicóloga. Mestranda do Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Ciências do Envelhecimento pela Universidade São Judas Tadeu, São Paulo, SP, Brasil.

Ricardo Tierno, Universidade Estadual Paulista

Engenheiro Civil. Mestre em Construção Civil. Doutorando em Engenharia Civil e Ambiental, do Programa de Saneamento Ambiental da Universidade Estadual Paulista em Bauru (UNESP), Bauru, SP, Brasil.

Dante Ogassavara, Universidade São Judas Tadeu

Psicólogo. Mestre e Doutorando do Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Ciências do Envelhecimento pela Universidade São Judas Tadeu. Docente do curso de Psicologia na Universidade São Judas Tadeu, São Paulo, SP, Brasil.

Thais da Silva Ferreira, Universidade São Judas Tadeu

Psicóloga. Mestra e Doutoranda do Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Ciências do Envelhecimento pela Universidade São Judas Tadeu. Docente do curso de Psicologia da Universidade Cruzeiro do Sul, São Paulo, SP, Brasil.

Jeniffer Ferreira Costa, Universidade São Judas Tadeu

Psicóloga. Mestra e Doutoranda do Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Ciências do Envelhecimento pela Universidade São Judas Tadeu. Docente do curso de Psicologia na Universidade São Judas Tadeu, São Paulo, SP, Brasil.

Ana Paula Santos Soares de Paula, Universidade São Judas Tadeu

Advogada. Graduada em Letras e em Direito. Mestranda do Programa de Pós-Graduação Stricto-Sensu em Ciências do Envelhecimento pela Universidade São Judas Tadeu. São Paulo, SP, Brasil.

José Maria Montiel, Universidade São Judas Tadeu

Psicólogo. Mestre e Doutor em Psicologia. Docente do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Ciências do Envelhecimento da Universidade São Judas Tadeu/Instituto Ânima, São Paulo, SP, Brasil.

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Publicado

25-12-2025

Como Citar

Tierno, P. C. L., Tierno, R., Ogassavara, D., Ferreira, T. da S., Costa, J. F., Paula, A. P. S. S. de, & Montiel, J. M. (2025). IMPLICAÇÕES SOCIOAFETIVAS DA GENTRIFICAÇÃO PARA A POPULAÇÃO IDOSA: DILEMAS NA MANUTENÇÃO E REFORMA DOS ESPAÇOS SOCIAIS. DESENVOLVIMENTO, FRONTEIRAS & CIDADANIA, 9(2), 61–72. Recuperado de https://periodicosonline.uems.br/fronteiracidadania/article/view/10066