CUERPOS RIZÓMATICOS: DERECHOS HUMANOS Y RESISTENCIA EN LAS INTERZONAS DE CONTROL SOCIAL
DIREITOS HUMANOS E RESISTÊNCIA NAS INTERZONAS DO CONTROLE SOCIAL
Palabras clave:
derechos humanos, controlar la sociedad, rizoma, Foucault, Deleuze, personas sin hogar, exclusión social, multiplicidad, filosofía políticaResumen
La filosofía de los derechos humanos se enfrenta a una paradoja fundamental en la actualidad: mientras se consolida un discurso universalista basado en la Declaración Universal de 1948, surgen grupos sociales que se resisten a las categorías tradicionales de esta concepción. Esta paradoja es evidente en las personas sin hogar, que ponen de manifiesto las limitaciones de las concepciones clásicas de los derechos humanos. Esta investigación examina dicha problemática a través de las teorías de Michel Foucault sobre los mecanismos de poder y de Gilles Deleuze sobre la sociedad de control y el concepto de rizoma. El enfoque permite comprender los derechos humanos como dispositivos de poder que producen subjetividades específicas, generando resistencias y líneas de fuga. El marco teórico se basa en la transición entre la sociedad disciplinaria foucaultiana y la sociedad de control deleuziana. La contemporaneidad se sitúa en una zona intermedia donde los elementos disciplinarios coexisten con los mecanismos de control expandidos por las tecnologías digitales. El concepto de rizoma ofrece herramientas para analizar los grupos marginados que se constituyen por conexiones heterogéneas y multiplicidad, resistiéndose a la homogeneización. Las personas sin hogar ejemplifican esta naturaleza rizomática. El desafío central es articular la universalidad de los derechos humanos con la multiplicidad de los grupos marginados. La universalidad no reside en la aplicación uniforme, sino en la capacidad de conectarse con singularidades, creando condiciones para que florezcan múltiples modos de existencia.
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