A Arte como Imagem do Inconsciente

Autores

  • Maria Patrícia Rodrigues de Vasconcelos Universidade Estácio de Sá Universidade Federal de Alagoas

Palavras-chave:

Psicologia Junguiana (Analítica), projeção, introjeção, feminino (anima), sombra.

Resumo

Trabalhando sob uma perspectiva junguiana, este ensaio tenta mostrar como no conto A Caçada, de Lygia Fagundes Telles, ocorre uma jornada introspectiva em que um protagonista, sem nome, afasta-se cada vez mais da sua imagem interna da mulher (anima). Como consequência disso, sua saúde se deteriora e ele projeta (externaliza) no ambiente partes desintegradas de sua própria psique. Uma tapeçaria é tomada por esse homem como símbolo de seu estado de sofrimento e desorientação.

 

 

Biografia do Autor

Maria Patrícia Rodrigues de Vasconcelos, Universidade Estácio de Sá Universidade Federal de Alagoas

Doutora e Mestra em Letras (Universidade Federal de Alagoas). Possui graduação em  Letras pela Universidade Estácio de Sá.  Professora de Português, Produção de Texto, Argumentação) e Metodologia  (Faculdade de Administração e Faculdade Figueiredo Costa). Professora de Metodologia (Universidade Federal de Alagoas) atuando, inclusive, nos Departamentos de Letras e Comunicação.Trabalha com Literatura e Cultura, Orientalismo e Crítica Literária Junguiana.

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Publicado

15/01/2019

Como Citar

Vasconcelos, M. P. R. de. (2019). A Arte como Imagem do Inconsciente. WEB REVISTA LINGUAGEM, EDUCAÇÃO E MEMÓRIA, 15(15), 87–99. Recuperado de https://periodicosonline.uems.br/index.php/WRLEM/article/view/2996