Las marcas de la colonialidad en América Latina: contribuciones del pensamiento decolonial
contribuições do pensamento decolonial
DOI:
https://doi.org/10.61389/j77h7f91Palabras clave:
Colonialidad, Decolonialidad, América LatinaResumen
Este artículo es una reflexión inicial de una investigación que discute las marcas de la colonialidad en América Latina a partir de las contribuciones teóricas del grupo Modernidad/Colonialidad (M/C), enfatizando las relaciones entre colonialismo, modernidad y procesos de dominación aún presentes en las sociedades latinoamericanas. Basándose en autores decoloniales, el texto problematiza la permanencia de la colonialidad del poder, del saber y del ser como estructuras constitutivas de la modernidad occidental. La investigación evidencia que la colonización de América Latina no se limitó a la ocupación territorial y a la explotación económica, sino que también promovió procesos de epistemicidio, racialización, jerarquización social y negación de las epistemologías de los pueblos originarios y de los africanos esclavizados, quienes resistieron y continúan (re)existiendo frente al proceso de dominación. Asimismo, se discute el uso de las ideas de raza y género como mecanismos de clasificación y subalternización utilizados para legitimar la clasificación de las personas dentro de los estándares hegemónicos. Finalmente, el artículo defiende la necesidad de una perspectiva decolonial en la educación, capaz de cuestionar los patrones eurocéntricos de producción del conocimiento, valorar las epistemologías del Sur y promover prácticas educativas interculturales, críticas y emancipadoras.
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