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CHAMADA PARA DOSSIÊ CONDUTAS E ESTRATÉGIAS DE DESENVOLVIMENTO 

O dossiê busca abordar temas emergentes que visam o desenvolvimento dos territórios e fronteiras de forma endógena e exógena. De tal forma que abordem aspectos de caracterização do território como paisagens naturais e culturais, patrimônio material e imaterial e que podem ser elementos utilizados em estratégias de desenvolvimento com salvaguarda socioambiental. Além disso, abarcará outros constructos que potencialmente podem compor estratégias para o desenvolvimento do espaço territorial tais como economia criativa, economia circular, bioeconomia, entre outros.

Data de envio: até 20 de outubro de 2021

 

Normas:

Número de páginas: 12 e 25

Todos os textos deverão ser digitados em Fonte Times New Roman, tamanho 12, alinhamento justificado. Espaçamento entre linhas 1,5, margens superior e esquerda 3,0 cm e inferior e direita 2,0 cm. O título deverá estar em negrito, caixa alta, tamanho 14, centralizado. O nome do autor deve vir abaixo do título alinhado à direita. As demais informações como a instituição, titulação e e-mail, deverão constar em nota de rodapé.

Deverão ser evitadas notas de rodapé no corpo do texto, utilizadas quando estritamente necessárias e de maneira sucinta.

Idiomas:

O periódico aceita trabalhos em Português e Espanhol.

Resumos e Abstracts:

É recomendado que o autor inclua 1(uma) versão do resumo em Português e outra em Inglês.

Obs: Por complemento os resumos podem ainda ser redigidos em Espanhol e/ou Guarani.

Demais normas segue-se o disposto na Revista Desenvolvimento, Fronteiras e Cidadania.

  • DOSSIÊ IMIGRAÇÃO, ECONOMIA E POLÍTICA

    28/07/2022

    Este dossiê tem por objetivo divulgar pesquisas acerca dos aspectos econômicos e/ou políticos envolvidos nos fluxos imigratórios. Os estudos sobre imigração configuraram um campo fértil em diversas disciplinas das Ciências Humanas, tais como sociologia, antropologia, história, ciência política e economia. Por muito tempo, a abordagem cultural foi privilegiada no entendimento dos deslocamentos humanos. No entanto, nas últimas décadas, especialmente após a expansão, nos Estados Unidos e na Europa, de pesquisas político-econômicas sobre a imigração, outros aspectos desse fenômeno passaram a receber maior atenção. Espera-se receber trabalhos com perspectiva interdisciplinar, cujo recorte temporal pode ser contemporâneo ou histórico. O dossiê está aberto para estudos que tratem de qualquer fluxo imigratório, desde que leve em conta sua dimensão econômica e/ou política. Serão analisados artigos inéditos, entrevistas, resenhas e traduções de artigos publicados originalmente em outra língua. São temas pertinentes: inserção em mercados de trabalho; legislações sobre imigração; conflitos pela obtenção de cidadania; economia informal; estudos comparativos; desenvolvimento econômico; imigração e eleições; associativismo; economia e empreendedorismo étnico; o (não) acesso de imigrantes a políticas públicas e programas sociais; a vulnerabilidade de imigrantes em relação a pandemias.      

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  • Dossiê: Direitos humanos no contexto brasileiro contemporâneo

    25/02/2022

    André Luiz Faisting (UFGD)

    Vitor Hugo Rinaldini Guidotti (UFSCar)

    organizadores

    Prazo final para submissão: 15/10/2022

    Passados pouco menos de 75 anos da Declaração Universal de Direitos Humanos (DUDH, 1948), ainda são muitos os desafios para compreensão, possibilidades e limites do que os documentos oficiais assinados por diversos Estados-Membros da ONU significam, efetivamente, em termos da garantia da dignidade da pessoa humana. Mais desafiante, ainda, em face à conjuntura sociopolítica brasileira, é entender o significado dos direitos no Brasil tanto para os que detêm o poder político quanto para diversos segmentos sociais, considerando as graves e reiteradas violações desses direitos em nosso país.

    A Constituição Brasileira de 1988, cujas interpretações mais favoráveis indicam que sua espinha dorsal contempla os direitos e garantias fundamentais presentes nos 30 artigos da DUDH, transparece, atualmente, sinais de esfacelamento. Os próprios princípios basilares dos direitos humanos exibem alinhamento com uma perspectiva hegemônica, que atende a interesses dominantes em detrimento de grupos histórica e socialmente mais vulneráveis, que não vêem contempladas suas demandas no que é estabelecido pela DUDH e reconhecido como direitos humanos propriamente ditos. Além disso, a Nova República, que representa o firmamento do amplo processo de democratização do Brasil, materializado na Carta Magna de 1988, parece estar entrando em colapso, seja pelo ressurgimento e ampliação das vozes abertamente antidemocráticas,seja pelo protesto diuturno acerca do papel das instituições democráticas, às quais foi atribuída a importante tarefa de zelar pelo cumprimento constitucional e pela garantia os direitos fundamentais.

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