A A A PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR

TRADUÇÕES CURRICULARES

Autores

  • Maria Roseli Gomes Brito de Sá Universidade Federal da Bahia Autor

Palavras-chave:

Formação de Professores; Traduções Curriculares; Teoriaprática; Prática como Componente Curricular.

Resumo

Este artigo problematiza os contextos de produção das políticas para a formação de professores no Brasil, discute as traduções curriculares e apresenta uma proposição para a prática como componente curricular (PCC), trazida pela Resolução CNE n. 02/2015. Defende perspectivas curriculares em que teoria e prática se fundem, se atravessam e se com-plicam, como teoriaprática e anuncia a PCC como território de resistência, sobretudo, diante da Resolução CNE n. 02/2019. Trata-se de estudos realizados por professores de duas universidades baianas a partir de discussões e proposições do Núcleo Docente Estruturante (NDE) de um curso de Pedagogia. Parte das formulações dos ciclos de políticas proposto por Stephen Ball, suplementando-as com a ideia da tradução baseada em Derrida. Apoiando-se em Deleuze e Foucault, discute a prática como luta contra o poder. Apresenta a PCC, denominada PP, como elemento integrador e articulador do currículo em sua potência formativa.

 

Publicado

2021-09-02

Edição

Seção

Dossiê Curso de Pedagogia no Brasil: tensões, controvérsias e perspectivas

Como Citar

de Sá, M. R. G. B. (2021). A A A PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR: TRADUÇÕES CURRICULARES. FORMAÇÃO EM MOVIMENTO, 3(5), 303-324. https://periodicosonline.uems.br/formov/article/view/10498